segunda-feira, 12 de outubro de 2009

De volta à programação normal

Estou de volta, com as ótimas lembranças de um feriado perfeito.

Porque teve almoço na casa da Monica com a família dela que eu adoro, depois encontro com uma ótima companhia, reunião de 09 (isso, nove) horas na casa da Naty, vinho, vinho, vinho, Alphaiate, Secreto Carmenere, mais da ótima companhia, almoço regado a peixe e camarão, cocada recheada e Lenine no som no regresso.

Leve e feliz. :-)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Estou indo

logo ali e já volto.

Tem champagne na geladeira.

Cuidem-se bem.

Chove chuva

Chove torrencialmente há dois dias no Rio de Janeiro, o que estragou meu cabelo e algumas unhas, deteriorando assim parte do processo de desembarangamento em que entrei na semana. Tudo bem, sou resistente. Fui lá no salão e ajeitei tudo. Nada poderá me deter :-)

O termo "desembarangar" veio do Blogjog, em que uma amiga escreve e que vale muito a pena ler!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

The knot

Minha amiga querida vai casar. Numa cerimônia singela, de manhã, no lugar que sempre quis.

E eu estou feliz porque a alegria dela é um dos meus sinceros desejos, pois ela é uma das irmãs que escolhi.

Ela, que é sábia e me orienta com conselhos para toda a vida. Que sabe dos caminhos errados que já escolhi, segura a minha mão e me abraça no retorno.

Que me encoraja a viver a vida com intensidade e paixão, para ter sempre algo de bom do que se lembrar.

Amo você, amiga.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Sushis e sashimis

Ri sozinha comendo wasabi. Ninguém entendeu nada :-)

Sobre a relatividade do tempo

- Sabe que eu nem me dei conta de que tinha se passado dois meses?
- Pois é, mas eu me dei...

E a frase abaixo foi repetida algumas vezes durante a noite. Porque como disse o meu amigo, são as nossas escolhas que mostram quem nós somos. Porém, é muito mais simples colocar a culpa no tempo, nos acontecimentos ou em outros alguéns, dado que assumir a responsabilidade pelos nossos próprios atos pesa muito mais. E quase ninguém é capaz de suportar este fardo.

Só vale lembrar que...

"A vida não é uma sequência de ocorrências e sim um acúmulo de decisões."
(MP)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Porque o mundo gira rápido

E desta vez eu vi rodar.

Numa ciranda de desencontros, medos e perda de fé.

Por sorte, o ciclo encaminhou para um mundo de amizade, afinidade e alegria.

Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda peão
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

Chico Buarque

domingo, 4 de outubro de 2009

Os dias de agora

Confesso que os dias não estão mais estranhos...

Que eu estou mais feliz e calma e entendendo que tudo tem seu tempo, se realmente for para acontecer.

Que a única certeza de que tenho é que não deixei passar as oportunidades.

Porque estou tentando aproveitar o caminho, como orientado a Ulisses, sem fazer com que a angústia me abrace.

sábado, 3 de outubro de 2009

Sobre a saudade

A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.

Rubem Alves

Lindo, não? Melhor que isso só saber que alguém tem saudade de você...

O Caminho



Li há uns meses atrás este texto da Fernanda Torres, que me surpreende sempre com as ideias dela.


Não li a Odisseia. Tenho mais de uma tradução em casa, mas morro de medo de encarar uma obra desse calibre. Tanto com Homero quanto com Dante e Camões, o máximo que consigo fazer é abrir uma página aqui, outra ali, para fechar em seguida, transferindo para a próxima encarnação a tarefa de dar conta de tamanho petardo. Por se tratar de uma compilação de lendas do Mediterrâneo, mar onde nasceu, com a Grécia, a civilização ocidental, não conheço ninguém que já não tenha ouvido falar do Ciclope, de Calipso ou do errante Ulisses. Minha bisavó Maria, nascida na Sardenha, costumava narrar trechos inteiros da Odisseia para a minha mãe como se fossem o causo da Mula sem Cabeça ou do Curupira. E são. Minha bisavó era analfabeta e morreu sem saber de Homero, mas, naturalmente, dava continuidade à oralidade das lendas que o autor resolveu, em um remoto dia, botar no papel.

Há uns sete anos comprei para meu filho uma minissérie sobre a Odisseia produzida para a TV francesa. Foi uma tentativa de fazer o Olimpo disputar com os Power Rangers o imaginário da cabeça do moleque. Funcionou. Meu guri ficou impressionadíssimo com a soberba de Ulisses ao bradar que havia vencido a Guerra de Troia graças apenas a sua esperteza humana, e mais espantado ainda com o castigo que Posêidon lhe impingiu, condenando-o a vagar por anos e anos pelos mares bravios, longe de sua idolatrada Ítaca.

Pois devo admitir que essa série da TV francesa me apresentou a uma das passagens mais tocantes da Odisseia: depois de passar cinco anos, que lhe pareceram cinco dias, na companhia de Circe, feiticeira com o mau costume de transformar homens em porcos, Ulisses descobre que, se descer ao mundo dos mortos, o infernal Hades, Tirésias, o adivinho, lhe dirá como – e se – retornará para casa. Ele enfrenta os vapores de enxofre do mundo abissal, encontra a mãe que nem sabia estar morta, passa pelo panteão de guerreiros gregos e por boa parte dos personagens das tragédias gregas até dar com o velho Tirésias. Este, ao perceber a ansiedade do herói por encerrar sua viagem e rever a mulher e o filho, ironiza: "Você ainda não entendeu, Ulisses? A vida é o caminho".

Essa frase me acordou como um balde de água fria. Todas as vezes que me vejo assassinando meu tempo, desejosa de alcançar um objetivo que insiste em se projetar no futuro, lembro de Tirésias na minissérie da TV francesa e tento fazer jus à poderosa conclusão de que a vida é o caminho.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

As palavras tem poder

Sim, no caso o poder de me deixar vermelha de tão desconcertada e sem saber o que pensar. Estou há horas sentindo o rosto fervendo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Outubro II

Tem o feriado de 12 de outubro onde vou encontrar amigos queridos, beber um carménère chique, ouvir violao e cantar junto e dar muita risada.

E no fim do mês o Recreio vai ser a sede das pessoas mais animadas do Recife. Prometo lasagna de queijo coalho, pudim de leite, noitada na Lapa, choppes no Devassa e mais risadas ainda.

Outubro

Ah, esse mês promete...

:-)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

The Good Guy Contract - By Alex Lickerman

Segue a íntegra do texto. É grande, em inglês, mas vale a pena.

The Good Guy Contract
Posted by Alex Lickerman

Twenty years ago, the first woman I ever loved broke my heart. Like many break ups, the end came in stutters and sine waves rather than as an abrupt but mercifully irreversible amputation. However, for reasons I couldn’t understand yet quickly began to resent, my ex-girlfriend continued to ask favors of me. And I continued to grant them.

Then one morning while chanting I found myself ruminating about how inappropriate it was of her to keep asking, and the more I thought about it, the more irritated I became. My indignation continued to intensify after I’d finished chanting and began showering, finally reaching a peak as I rinsed the shampoo from my hair, causing me to make a sudden and angry determination that the next time she asked me for a favor, I’d refuse.

At that exact moment, the phone rang.

I knew it was her calling—and sure enough, after I’d finished showering, one of my roommates confirmed it and added that she’d asked that I call her back before I left for school.

As I walked toward the phone I told myself that when she asked me for the favor for which I knew she’d called, I’d refuse. I called her up, and—sure enough—she asked me if I would record a television show for her on my VCR (again, this was 20 years ago). In my mind I said, “No.” But then I heard my mouth say, “Yes.”

I hung up—and laughed out loud. I was as powerless to refuse her a favor as I was to run through a brick wall. Literally.

So I decided to begin chanting with the determination to free myself from my inability to refuse her favors. And one day, months later, while chanting, I had an epiphany. The reason I remained unable to refuse her requests was that I’d established a Good Guy Contract with her.

Until that moment of epiphany, I had no idea what a Good Guy Contract was, much less that it was the standard contract I consistently signed with almost everyone in my life. But in that startling moment of clarity I understood not only what it was but why I kept signing it: my self-esteem, which I’d previously believed to be built on things solely internal, was in fact entirely dependent on something external—the good will of others. The Good Guy Contract was simple: I would agree to be nice to you, to advise you, to sacrifice for you, to care about you—and in return you would agree to believe that I was wise, compassionate, excellent as a human being in every way, and finally and most importantly, you would like me.

This was the contract I’d signed with my ex-girlfriend, the only difference being I didn’t just expect to be liked; I expected to be loved. And for a while, I was. Unfortunately once I’d had a taste of that love, it became my ego’s addiction, and when she took it away from me I became profoundly depressed—not because, as I originally thought, I’d been left by someone I thought was the love of my life, but because I genuinely believed without that someone I couldn’t be happy. Why, then, did I keep doing favors for her after we’d broken up? Because I couldn’t shake the Good Guy habit. Some part of me believed if I continued to fulfill my contractual obligations to her, she’d start fulfilling hers again to me. To say I was shocked to discover my self-esteem had been built on such shaky ground would be an understatement.

I didn’t realize at the time, but at the moment I had the epiphany about my propensity to sign Good Guy Contracts with everyone in my life, I stopped doing it. This was proven to me three months later when my best friend came to me asking me why I had recently become such a jerk to all my friends. My first reaction was to become defensive and deny it. But then I stopped myself, realizing that he was absolutely right. I began to wonder why I had in fact become so dismissive of so many of my friends and realized that I’d somehow stopped needing their approval to sustain my self-esteem and had somehow torn up all the Good Guy Contracts I’d signed with them. I’d somehow discovered a way to love and value myself without feeding off the love and esteem of anyone else. And most fascinating of all, without my ever discussing this with my ex-girlfriend, she never asked me for another favor again.
THE BENEFIT OF TEARING UP THE GOOD GUY CONTRACT

I’m not arguing there’s anything wrong with wanting to be liked. Nor am I saying I no longer care if I’m liked or not. What I am saying is that in freeing myself from the need to be liked—in learning to derive my self-esteem from internal support—I can more easily let go of the dissonance that (still) occurs when I’m disliked. Ridding myself of the need to sign Good Guy Contracts has brought me tremendous benefits, including enabling me to:

1. Stop suffering when people don’t like me. I can’t control how others respond to me, and being freed of the need to write Good Guy Contracts has freed me of the need to try to influence others to like me as well—which has freed up an unbelievable amount of my time.
2. Become an effective leader. If your primary concern is to please everyone, you won’t be able to make good decisions for the right reasons. I could never have taken on the leadership roles I have had I not eliminated my need to be a People Pleaser (another name for a Good Guy).
3. Establish more genuine friendships—friendships based on mutual interest, free of the underlying agenda in which I would use the goodwill of another to support my self-esteem.
4. Be compassionate. Freed of the need to be liked, I can now contemplate compassionate action motivated only by the desire to add to the happiness of another person and not by the imperative to sustain my self-esteem, which makes it far more likely my actions will be wisely compassionate as I discussed in a previous post, What Compassion Is.
5. Avoid explosive expressions of pent up resentment. Being unable to say no leads to resentment toward oneself that often gets projected onto others but that’s paradoxically rarely expressed (becoming angry at someone would violate the terms of the Good Guy Contract)—until it builds up to the point where it must be expressed and then often becomes so in explosive and damaging ways.
6. Avoid feeling overwhelmed by too much responsibility. What a relief it’s been to be able to own what’s mine and not what belongs to others.

HOW TO TEAR UP THE GOOD GUY CONTRACT

People sign Good Guy Contracts all the time. It’s especially common in younger people, less so as people mature naturally into independence. Yet it persists in many—as I believe it would have in me had I not confronted the suffering my signing a Good Guy Contract with my ex-girlfriend caused me.

If you’re a chronic People Pleaser who can’t stand to disappoint others when disappointing them is appropriate, then you have a great opportunity to become happier. First, how can you confirm that you sign Good Guy Contracts in your relationships (both romantic and platonic)? Try asking yourself the following questions:

1. When you disappoint someone, anger them, or cause them in some way to dislike you, does it create disproportionate anxiety for you?
2. Do you have difficulty enduring even a mild degree of conflict with others?
3. Do you become obsessed with manipulating how others feel about you?
4. Are your actions predominantly motivated by how they’ll cause others to view you?

If so, these are reasonably good indicators you’re working too hard to be a Good Guy.

What, then, can you do to stop? Other than taking up the practice of Nichiren Buddhism, the most effective method I’ve found is to practice disappointing people. That is, when disappointing someone is genuinely necessary, I approach it as practice for developing my self-esteem. If I fail, that’s fine. After all, it was only practice. I get back up, dust myself off, and make a determination to try again next time, reminding myself as I do so that violating the Good Guy Contract and setting appropriate boundaries doesn’t usually lead to being disliked as we People Pleasers fear, but rather to being respected.

In all honesty, even now, two decades later, I sometimes still feel the tug of the need to please. Though the wisdom I activated all those years ago has never stopped functioning in my life, sometimes it functions less strongly than others, depending on my life-condition. Sometimes I still have to remind myself consciously not to be overly affected by the opinions of others. But the ability to let go of my need to be liked, even if it sometimes requires conscious effort, is one of the greatest bits of human revolution I’ve ever accomplished and absolutely worth every bit of suffering it required.

Andrea´s good girl contracts

Outro dia minha amiga me mandou um texto sobre a incapacidade de dizer não que uma criatura possuía e que podemos adaptá-lo para "The good girl contract". Ou seja, um contrato mental em que alguém se compromete em ser sempre legal com outra determinada pessoa. A nunca dizer não. E fazer todos os favores. E sugada. E usada. E vampirizada.

Rasguei há algum tempo um de meus contratos. Mas os pedaços parecem conhecer uns aos outros e tentam se juntar. Pois ontem eu queimei. Simples assim. Porque não suporto intimidades forçadas ou tentativas de resgates de amizade que acabaram há muito tempo.

Eu decido quem deve ser meu amigo ou não. Isso é o tipo de situação em que não adianta forçar uma barra.

E o contrato virou pó.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Último romance ou sobre a afinidade

"e ninguém dirá que é tarde demais... o nosso amor a gente é quem sabe"

Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.

É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.

Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.


Artur da Távola

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Viver não é para principiantes...

Sempre digo isso... A vida é difícil e só as experiências nos fazem entender e aceitar certas coisas. Assim como encontrar forças para estar ao lado de quem precisa em uma situação dolorosa.

Estou triste pela minha amiga, mas ela é o meu exemplo de força e equilíbrio em forma de mulher da minha geração. Ela vai ficar bem.

sábado, 26 de setembro de 2009

Perdas

Hoje faleceu o pai de uma das minhas melhores amigas. O sentimento de impotência nessas horas é gigante, sei bem como é.

Acho que nunca vou conseguir aceitar a morte. Para mim é sempre uma brutalidade.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Porque ela teve o privilégio de nascer na primavera

Irmã adorada, parabéns mais uma vez!

Amo você!

A distração e a felicidade

Ontem foi um dia muito, muito esquisito.

Começou com uma reunião de trabalho ótima com um amigo participando. O dia surgiu estranho com um almoço tenso seguido de uma tarde bizarra no trabalho que colocou meu mal humor nas alturas.

Daí que jantei com dois amigos que Deus colocou no caminho para me fazer mais feliz e vim para casa com o espírito leve, leve.

E tive uma ótima surpresa já bem tarde...

Naty está 100% certa: É preciso estar distraída para ser feliz...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Não consigo parar de planejar...

O próximo feriado, o 02 de novembro, o Ano Novo, meu aniversário do ano que vem...

Uma fanática por festas e viagens :-)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Saudade de Aracaju

Eis que ontem quatro forasteiros se encontraram para jantar em São Paulo: eu, do Rio, Lili, baiana, Meuamigobarbapapa, sergipano e J., do Paraná.

Ri horas a fio com as histórias hilárias de quando morei em Aracaju e das férias que passei por duas vezes com tanto gosto.

Fui morar na cidade por interesses meramente profissionais, porque era muito conveniente trabalhar na loja de lá que tinha uma ótima perspectiva de crescimento. E eu queria sair de Recife, não pela cidade, que amo de paixao, mas justamente por conta do trabalho.

Estava lá com o simples objetivo de fazer um bom trabalho, ganhar dinheiro e conseguir minha transferência para o Rio. Só isso. Mas fiz tantas amizades que o meu coração se partiu quando recebi a ligação do diretor dizendo que sim, ele havia conseguido uma vaga para mim. Chorei um dia inteiro...

Morro de saudades de todos os amigos, dos almoços e jantares no meu apartamento lindo e gigante e sem móveis :-), das festas e do espírito de família com que fui recebida.

E ontem, ao conversarmos, a amizade, dada tanta afinidade, realmente resiste ao tempo e à distância e aos acontecimentos, de modo que parecia não termos nos visto somente desde ontem.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Terminal II

Como Rainha das Marmotas do ano, eu decidi vir ontem para São Paulo pois tinha uma reunião importante hoje pela manhã e não podia me atrasar.

Daí que o voo que era para sair às 20:40 h do Santos Dumont rumo a Congonhas saiu do Galeão rumo a Guarulhos meia noite e dez.

De modo que cheguei em São Paulo às duas e meia da manhã de hoje. O mais engraçado é que nada disso me irritou muito. O fato é que a cabeça está com tanta informação e lembrança e sentimento que não prestei muita atenção no que estava ocorrendo e simplesmente cheguei ao hotel como se nada houvesse acontecido. Definitivamente não havia espaço para irritação...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Porque eu me comportei muito bem no sábado...

eu mereço ouvir The Killers bem alto:

Pay my respects to grace and virtue
Send my condolences to good
Give my regards to soul and romance,
They always did the best they could
And so long to devotion
You taught me everything I know
Wave goodbye
Wish me well..
You've gotta let me go

Confesso que mudei...

Ontem fui almoçar a passei a tarde em Niterói. Fiz a travessia de catamarã, numa dia lindo de céu azul.

Aquela comidinha maravilhosa e papo vai, papo vem, minha mãe fala:

- Estou impressionada como você mudou... Você era tão chata, tão exigente, intransigente... Minha filha, estou tão feliz por você!

Porque mudei mesmo. A vida ensina e a gente tem que aprender rápido.

domingo, 20 de setembro de 2009

Bar do Mineiro

Ontem à tarde fui no Bar do Mineiro em Santa Tereza, em um dos eventos da Semana.Cachaça. Boteco pitoresco, com a cara do Rio, com amigos dando muita risada tomando caldinho de feijão e comendo aipim cozido com manteiga de garrafa.

No fundo do bar tinha essa placa sensacional:

sábado, 19 de setembro de 2009

Mais viciada em música do que nunca

Ando baixando muitas músicas e descobrindo maravilhas que não conhecia, como o Jeff Buckley. O rapaz talentosíssimo nos deixou aos trinta anos, mas nos premiou com Grace, um album magnífico.

Irmã, preciso mesmo de um HD externo :-)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Os dias estão simplesmente lotados



Estou ocupada. Muito, muito, muito. Milhões de atividades no trabalho, tentando manter a concentração para aumentar a produtividade, algumas vezes sem sucesso. But trying hard!

Ontem teve Blue Man Group, hoje tem aniver de amigos com Samba, amanhã de tarde tem Santa Tereza e de noite o aniver de outro amigo na Barra.

A alma está tranquila, a mente mais quieta e algumas peças do quebra-cabeças começam a aparecer.

Por sorte ou destino não sou psicóloga e sim engenheira, pois as minhas percepções sobre as atitudes dos outros na maioria das vezes não correspondem à realidade dos fatos. Acho que isso acontece porque simplesmente não reparo muito nas pessoas e fico míope quando quero aprofundar minha observação.

Por sorte - ou destino? - eu estava errada.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Paisagens



Amo São Paulo. De coração.

Mas nada supera a vista do 19o andar de um edifício de frente para a Praia do Flamengo...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Praia dos Carneiros



Está decidido: quando eu voltar a Pernambuco, quero conhecer este lugar.

Adorei o texto do Ricardo Freire. A foto de cima é do blog dele.

Só para simplificar as coisas...

Eu dormi somente às quatro da manhã e desta vez não foi insônia.

Muito feliz porque o mundo é plano...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Land of confusion

Ando confusa. Sou confusa. Desde quando, meu Deus? Eu costumava ser tão decidida, resolvida, direcionada, focada. Onde foi que perdi o rumo?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Reveillon

Eu tenho sonhado em dormir até o dia 31/12, acordar às 23:55 h na Avenida Atlântica com uma taça de Moët et Chandon na mão, usando uma blusa branca de frente única, o cabelo penteado e preso e com o estrangeiro ao meu lado.

Sei que é pedir demais...

Em alguns dias...

eu acho que sou a pessoa mais insuportável do mundo.

Mas em outros eu realmente tenho certeza...

domingo, 13 de setembro de 2009

2 meses

Hoje faz dois meses que tomei a segunda maior iniciativa do ano. A primeira foi pedir demissão do meu antigo trabalho (hohoho). Não posso reclamar de nenhuma das duas. Em ambas a fase inicial foi de inquietação, mas agora estou muito segura. Porque a gente tem que lidar com a vida de forma muito clara.

13 de setembro

Hoje é aniversário do meu tio amado que nos deixou há quase vinte anos atrás. Que me trazia as roupas mais lindas do mundo de presente, me chamava de Biluca (até hoje ninguém sabe por que :-)) e que me inspira até hoje com a sua inteligência,seu senso de humor peculiar e seu jeito de aproveitar tudo da vida. Morro de saudade dele.

sábado, 12 de setembro de 2009

Most of the time

Tenho ouvido muito Bob Dylan. Adoro Hurricane, que conta uma história verídica de um lutador de box que foi condenado por homícídio injustamente por puro preconceito.

E agora descobri Most of the time, para total delícia da minha alma:

Most of the time
I'm clear focused all around,
Most of the time
I can keep both feet on the ground,
I can follow the path, I can read the signs,
Stay right with it, when the road unwinds,
I can handle whatever I stumble upon,
I don't even notice she's gone,
Most of the time.

Most of the time
It's well understood,
Most of the time
I wouldn't change it if I could,
I can't make it all match up, I can hold my own,
I can deal with the situation right down to the bone,
I can survive, I can endure
And I don't even think about her
Most of the time.

Most of the time
My head is on straight,
Most of the time
I'm strong enough not to hate.
I don't build up illusion 'till it makes me sick,
I ain't afraid of confusion no matter how thick
I can smile in the face of mankind.
Don't even remember what her lips felt like on mine
Most of the time.

Most of the time
She ain't even in my mind,
I wouldn't know her if I saw her
She's that far behind.
Most of the time
I can't even be sure
If she was ever with me
Or if I was with her.

Most of the time
I'm halfway content,
Most of the time
I know exactly where I went,
I don't cheat on myself, I don't run and hide,
Hide from the feelings, that are buried inside,
I don't compromised and I don't pretend,
I don't even care if I ever see her again
Most of the time.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Neil Gailman

Eu já tive um outro blog, que, inadvertidamente deixei morrer e sofro muito de arrependimento por isso. Mas enfim, naquela época em 2003, conheci o Euteamoblog, da Kamille Viola, que escreve divinamente bem e também publica textos de outros autores maravilhosos.

Lá que conheci o Neil Gaiman:

Amor... Você já amou? Horrível, não? Você fica tão vulnerável. O peito se abre e o coração também. Desse jeito qualquer um pode entrar e bagunçar tudo. Você ergue todas essas defesas. Constrói essa armadura inteira, durante anos, pra que nada possa te causar mal. Aí, uma pessoa idiota, igualzinha a qualquer outra, entra em sua vida idiota. Você dá a essa pessoa um pedaço seu. E ela nem pediu. Um dia, ela faz alguma coisa idiota como beijar você ou sorrir e, de repente, sua vida não lhe pertence mais. O amor faz reféns. Ele entra em você. Devora tudo que é seu e te deixa chorando no escuro. Por isso, uma simples frase como "talvez a gente devesse ser apenas amigos" ou "muito perspicaz" vira estilhaços de vidro rasgando seu coração. Dói. Não só na imaginação ou na mente. É uma dor na alma, no corpo, uma verdadeira dor que entra-em-você-e-destroça-por-dentro. Nada devia ser assim. Principalmente amor. Odeio amor.

Melhor impossível.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O Terminal

Eu viajo para São Paulo praticamente toda semana há mais de cinco anos e acabo conhecendo o povo das companhias aéreas. Semana passada fui no balcão para conferir meu web check-in e o funcionário que lá estava normalmente ficava no atendimento comum.

Eu:
- Oi, você tá por aqui agora (entregando o papel do check-in).
Ele:
- Pois é, agora fico no web check-in também.
Eu:
- É mais tranquilo, né? (com a identidade na mão)
Ele:
- Ah, não precisa da identidade, Andréa.

Fiquei estarrecida...

Sobre cordeiros e lobos

"Então é assim, já vi isso acontecer três vezes...
O cordeiro vem, todo bonzinho, fofinho, branquinho, dizendo que você pode fazer o que quer, que está tudo bem...
Você se empolga, acha que é dono do pedaço, faz mil planos...
E de repente, você vê o rabo enorme abanando, o focinho comprido, os dentes afiados... E percebe que o lobo estava ali o tempo todo disfarçado"
Fábula de La Espíndola

- Pô Andréa, assim vou ter pesadelo a noite toda! :-):-):-):-):-):-)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

E ele faz o que?

Não sou de ficar falando da minha vida pessoal. Mesmo com os meus amigos, sou seletiva nos assuntos, alguns sabem de algumas coisas, outros não e por aí vai.

Eis que comento,um tempo atrás,com alguns que sim, tinha conhecido um cara incrível.

Vamos lá: eu disse hoje mesmo. Eu amo meus amigos. Mas sinceramente isso me assustou.

Contei a história para três pessoas. Duas me perguntaram: E ele faz o que?

Como assim? Ele é bonito, inteligente, engraçado, interessante. Não quero saber quanto ele ganha. Até porque vivo sozinha há quase uma década muito bem obrigada, sem depender de grana nenhuma de homem algum.

Pensei em dar respostas como: Ah, ele é michê! Ou: Ele é um traficante muito bem sucedido. Ou ainda: Então, ele largou tudo para se dedicar ao ballet contemporâneo.

Porque francamente, eu não tenho a menor ideia de onde os namorados, maridos e outras denominações das minhas amigas trabalham, ou o que fazem para ganhar dinheiro, se sequer trabalham... Todas as informações que tenho são de conversas em reuniões onde cada um acaba falando da vida profissional e você troca umas ideias sobre qualquer coisa que tenha afinidade.

Será que chegamos a esse ponto de verdade? Fiquei muito impressionada.

Sei que estou uns dez anos atrasada, mas...

estou adorando Placebo.

Like the naked leads the blind
I know I'm selfish, I'm unkind
Sucker love I always find,
Someone to bruise and leave behind

All alone in space and time
There's nothing here but what here's mine
Something borrowed, something blue
Every me and every you.

Every me and every you,
Every me...he

Friends

Sempre digo que tenho muita sorte. Porque tenho os melhores amigos do mundo, que são acolhedores, verdadeiros, honestos e cheios de amor no coração.

Por isso, depois de comer pizza com a Cris, amiga que já me aguentou até em Nova York, quando fiz talvez a melhor viagem da minha vida, eu nem me aborreci tanto com o fdp que me fechou de bicicleta e me causou um mega tombo...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sobre o conhecimento

Às vezes eu passo por esse tipo de angústia.

Na terça-feira estava esperando uma amiga para jantar na Livraria da Travessa de Ipanema. Enorme, linda, repleta de conhecimento me esperando. E em alguns momentos como esse, fico parada, sem imaginar por onde começar.

Mandei uma mensagem para um amigo que dizia mais ou menos assim: "Quanto tempo se leva para ler tudo que se quer? Quando eu ganhar todo aquele dinheiro de vários dígitos vou comprar uma livraria."

É fato que se eu tivesse que abrir alguma coisa, certamente seria um lugar repleto de livros e sonhos. Mas será que eu preciso esperar para buscar esse conhecimento que anseio? Porque nesses tempos de internet (e eu sou mega heavy-user), quanto tempo se derperdiça em detrimento de uma boa leitura? Falo isso por mim, sem pretensão de julgar o que cada um faz com o seu tempo.

E na quinta, quando volto de São Paulo e chego na minha mãe, fico mais uma vez encantada com o acervo que ela conquistou com a compra da casa que mora, já que os antigos donos simplesmente deixaram tudo para trás.

Saí de lá com "O livro do Riso e do Esquecimento", do Milan Kudera, autor preferido do destinatário da mensagem de texto antes citada e que foi a mim recomendado.

E ainda tenho uma lista para pegar la: A montanha mágica, do Thomas Mahn, vários do Gabriel Garcia Marquez, Proust e por aí vai.

Porque ainda tenho muito a fazer por mim...

About life

"Não nascemos para viver em um vale, só isso! Nossos horizontes são MUITO maiores!"

Porque ela é tudo mesmo...

An off buttom

Funciona assim para mim: Fico pensando e pensando e pensando e remoendo e indo até o meu limite para me ver livre de uma situação que me incomoda. Daí um belo dia eu acordo e pronto, acabou. Se foi. Ainda deixa umas marquinhas, mas já dá para lidar com elas.

domingo, 6 de setembro de 2009

High Fidelity

Assisti High Fidelity na sexta, filme ótimo recomendado por um amigo.

Daí que o protagonista é dono de uma loja de discos e, obviamente, louco por música.

A trilha sonora é um capítulo à parte. Fiquei apaixonada por I believe, do Stevie Wonder, que não conhecia e é lindíssima.

Everybody's Gonna Be Happy (THE KINKS)
I'm Wrong Abbout Everything (JOHN WESLEY HARDING)
Oh Sweet Nuthin (THE VELVET UNDERGROUND)
Always See Your Face (LOVE)
Most Of The Time (BOB DYLAN)
Fallen For You (SHEILA NICHOLLS)
Dry The Rain (THE BETA BAND)
Shipbuitding (ELVIS COSTELLO & THE ATTRACTIONS)
Cold Blooded Old Times (SMOG)
Let's Get It On (JACK BLACK)
Lo Boob Oscillator (STEREOLAB)
Inside Game (ROYAL TRUX)
Who Loves The Sun (THE VELVET UNDERGROUND)
I Believe (STEVIE WONDER)



O que é muito engraçado é a mania dele (e dos loucos que trabalham com ele) de fazer Top 5 de músicas e de um monte de outras coisas...Inclusive a trama se desenrola através dos Top 5 Foras que o cara levou.

Pois ontem fui acometida novamente por insonia - algo me diz que peguei aquela doença do sono de Cem Anos de Solidão, mas ainda não tenho plena certeza.

E fiquei pensando em vários Top 5, como se fosse uma contagem de carneirinhos para me fazer pegar no sono. Ledo engano, fiquei mais acordada e queria levantar da cama e pegar papel e caneta para anotar minhas ideias malucas.

Segue um Top 5 Secret:

- Light and Day - Polyphonic Spree
- Why Georgia - John Mayer
- Secret Smile - Semisonic
- Stolen Away on 55th and 3rd - Dave Matthews
- Blackbird - Beatles

sábado, 5 de setembro de 2009

Ecletismo

Eu amo música. Principalmente rock, que foi a alma da minha adolescência. Mas sofri também várias outras influências e gosto de muitos outros gêneros.

Eis que ligo para um amigo para chamá-lo para ir a um show comigo no sábado:

- Vou te perguntar uma coisa, mas não pode me xingar.
- Fala.
- Você gosta de Geraldo Azevedo?
- Alô? Alô? Alô? Alô? Alô? Ah, acho que caiu a ligação...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cansaço

São nove da noite, estou no aeroporto de São Paulo sem previsão para embarcar, tomei um único chopp e fiquei meio bêbada, estou morta de cansaço porque ontem acordei antes das seis da manhã e não descansei direito e estou com vontade de jogar um buraco ACME no chão, entrar nele e ficar até a próxima terça-feira quando o feriado acaba.

Eu espero que seja só cansaço.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Life ´s short...

Na última quinta-feira eu estava em São Paulo e marquei de jantar com um grupo de amigos queridos. Meu amigo Barbapapa confirmou a presença e não apareceu. Mandei uma mensagem e ele não respondeu. O fato é que ele uma dessas pessoas certinhas, que confirmam e desconfirmam os compromissos, como se deve fazer e quase ninguém faz.

Daí que fiquei meio preocupada, mas acabei deixando passar, dado que estive num estágio de letargia mental nos últimos dias e ontem fui acometida por uma dor de garganta seguida de febre.

Eis que hoje de manhã, antes de sair para o trabalho, leio um email que ele me encaminhou ontem à noite, o qual me deixou com sentimentos tão adversos quanto intensos.

Uma amiga dele reencontrou com o primeiro namorado, após vinte anos e se reapaixonaram. Ele estava vindo de Curitiba para São Paulo para vê-la, quando sofreu um acidente. Ficou em coma por uns dias, acordou, falou para ela todas as coisas que queria e faleceu.

Meu Deus, como a vida pode ser assim? Como desperdiçamos tantas oportunidades, damos valor a tanta coisa irrelevante, deixamos o tempo escoar por entre os dedos de forma tão descabida?

Essa história me deu um choque tão grande que fiquei pensando em como preciso rever meus valores e seguir a vida de forma mais leve.

Porque como a minha irmã disse: A vida é curtinha, Mocrinha...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Não há quem mereça a insônia...

Vou deixar uma coisa muito clara. Eu NUNCA, JAMAIS tenho insônia.
Não há quase nada nesse mundo de meu Deus que me tire o sono.

Pois ontem, após uma tarde em que os pensamentos pareciam embaralhados como um quebra-cabeça e onde achei por bem guardar a caixa e dormir, eu me deitei perto de meia-noite e não conseguia pregar o olho.

E hoje estou aqui, carregando a caixa, hora fingindo que ela não existe, hora com desânimo de abrir, hora abrindo e sem saber por onde começar e fechando logo em seguida.

E morta de sono.

domingo, 30 de agosto de 2009

Fim do dia

Eu amo ficar sozinha. Mas hoje eu queria ter tido menos preguiça e ter ligado para alguém para me encontrar ou simplesmente bater papo no telefone.

Só que não consegui fazer nada disso. Fui dormir, cansada ainda da gandaia da semana passada. Acordei e fiquei jiboiando, pensando na vida, com uma pontinha de tristeza.

Porque hoje ela foi embora, minha amiga, confidente, companheira, que me ama incondicionalmente, mesmo sabendo de todos os meus erros e fraquezas. Ela que me ninou com Yesterday e me mostrou milhares das coisas com as quais construí minha vida. E que tem os valores do meu pai, de bondade e amizade infinitas.

Amo você, minha irmã.

sábado, 29 de agosto de 2009

Secret Garden




She'll let you in her house
If you come knockin' late at night
She'll let you in her mouth
If the words you say are right
If you pay the price
She'll let you deep inside
But there's a secret garden she hides

She'll let you in her car
To go drivin' round
She'll let you into the parts of herself
That'll bring you down
She'll let you in her heart
If you got a hammer and a vise
But into her secret garden, don't think twice

You've gone a million miles
How far'd you get
To that place where you can't remember
And you can't forget

She'll lead you down a path
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away


Porque eu funciono assim.
Pareço tão aberta, com o meu jeito aparentemente tão simpática e disposta.
Só que no fundo também sou uma ostrinha.
E no meu coração tem um jardim secreto.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A flor de Agosto


Sabe, eu adoro azaléas. Na minha casa em Andorinhas havia um pé enorme que ficava carregada de flores e me enchia de poesia.

Na minha cabeça de pequena Maricota, as flores só apareceriam na primavera, em setembro. Mas aquela florzinha caprichosa sempre surgia maravilhosa antes de todas e com tanta vontade.

Eis que minhas primeiras aulas em uma escola foram no mês de agosto. Meu pai, orgulhoso e feliz, tirou várias fotos minhas de uniforme e lancheira do Sítio do Pica-pau-amarelo pelo jardim e em frente ao pé de azaléia, lotado de flores rosa vivo. Daí que esta imagem ficou associada para mim com a felicidade do começo, o prazer de celebrar pequenas vitórias e à minha infância feliz.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sobre as bruxas

Bruxas normalmente só tem um filho - mais provável ser homem.
Não passam a vida sozinhas, mas também não tem um casamento da Barbie...
Não aturam certas coisas e os maridos naturamente se vão (ou são 'idos').
Os amigos são importantes fontes de risos e lágrimas.
O sucesso profissional só depende do quanto decidem sacrificar valores pessoais - a capacidade / habilidade / inteligência nunca é o problema. Normalmente não sacrificam tudo o tempo todo...
Há sempre anos sabáticos - para algumas mais cedo, outras mais tarde.
A intuição assusta porque os que não a tem pensam que é pura sorte.
A meditação e mentalização traz grandes benefícios, mas muitas optam por ser mais racionais e ignorá-los.
Normalmente conseguem o que chamam.
Possuem dotes ou hobies surpreendentes.
Convivem entre os trouxas como pessoas normais, mas se reconhecem num piscar de olhos.
Vivem muitos anos.
Incomodam os simples mortais.
Não gostam de anão de jardim.
Paixão maior pelo vinho do que pelo chocolate.
Se ajudam mutuamente.
Adoram tecnologia.
Tem curiosidade por conceitos de todas as religiões.
Se relacionam bem em qualquer classe social.
São gentis com quem merece.


Não é maravilhoso?
Minha amiga descreveu perfeitamente :-)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Two Step

O tempo passou voando. Em dois meses eu conquistei outra oportunidade no trabalho, viajei para longe por duas vezes, encontrei uma amizade daquelas que parecem que sempre existiram, dei muita risada e achava que as cicatrizes estavam fechadas.

Mas ontem, talvez pela circunstância, pelo vinho, pela conversa ou pela proximidade, eu percebi que ainda tenho muito o que fazer por mim mesma.


Celebrate we will
Because life is short but sweet for certain
Were climbing two by two
To be sure these days continue,
Things we cannot change...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O fenômeno Barbapapa



Faz tempo que procuro este texto.

Agora com vocês:

O fenômeno Barbapaba
por Jô Hallack

Este não é um texto contra a amizade. Não mesmo, tanto que eu o dedico a todas as minhas queridas amigas, com todo o meu amor. Isto posto, vamos falar de um mal terrível do qual somos vítimas:
O FENÔMENO BARBAPAPA

(Se você não sabe o que é Barbapapa, leia este parágrafo. Se você sabe muito bem o que é um Barbapapa, pule direto para o próximo parágrafo: Quem é que não se lembra do Barbapapa, um desenho animado totalmente fofo meio do início dos anos 80? Que era formado por uma família de seres coloridos e meio molengos, de formas engraçadas? Eram ectoplasmas divertidos e do bem que viviam juntos. Lembrou? Ficou com saudade? Então, vamos adiante...)

O fenômeno Barbapapa acontece quando você e seu grupo de amigos e amigas se funde numa pessoa só. Um grande grupo coeso, auto-suficiente, carinhoso e do bem. Geralmente, os Barbapapas comportam humanos do sexo feminino. Mas existem alguns Barbapapas que também comportam meninos. O Barpapapa surge em situações de pura sintonia e dá uma segurança sensacional aos seus integrantes. Tão bom que é muito difícil se desgarrar de um.

Na prática: se o Barbapapa vai a uma festa, ele se locomove junto - indo do jardim para a pista, da pista para o bar, do bar para o jardim.

Sabe aquela história de que mulher só vai no banheiro em dupla? Pois quando estamos num Barbapapa, levamos isso às últimas consequências. Somos piores que um cardume.

Tem mais: por ser auto-suficiente, o Barbapapa se basta.

Rimos juntas
Saímos juntas
Bebemos café juntas
Vamos ao cinema juntas
Ficamos juntas nas baladas
Somos divertidas juntas
Só não fazemos sexo juntos numa grande orgia Barbapapa porque alguns dos integrantes são oriundos de família mineira.

O problema é que o Barbapapa é, antes de tudo, um grande empata-foda. Pense bem: se você fosse um carinha bacana (e inseguro, pois todos humanos são) numa festa, se aproximaria de um enorme Barbapapa, um ectoplasma de meninas risonhas e sacanas, que se bastam? Talvez sim. Mas muito provavelmente não. O lance é que o Barbapapa é tão orgânico e conforável que, embora cada um tenha (e muito) sua identidade própria (uma é Barbabela, outra Barbalala, outra Barbazoo...), fica muito difícil trocar um Barbapapa pelo desconhecido e - ocasionalmente - cruel mundo real.

E antes que me entendam mal, não sou contra o Barpapapa. Eu amo meus momentos Barbapapa. Mas Barpapapa demais - com tudo em excesso, sem ser café e Friends - faz mal. Ou, pelo menos, é o que eu acho neste exato momento, sentada da minha sala de camisola e escutando um som!

Chewie



Uma moça muito inteligente que trabalhou comigo na firma anterior montou um site sensacional para venda de produtos bacanas. Um Mercado Livre phyno, o Enjoei.

Daí que um belo dia eu mostro o site para a minha irmã, que achou o máximo. E disse que tinha até umas coisas para vender.

- Ah, que legal, é mesmo?
- Sim, são umas botas peludas.
- Hã?
- É, bem peludas, tipo o Chewbacca. E são cor-de-rosa!
- Como assim???
- E tenho um par azul também.

Eu estava no trabalho e fiquei rindo umas duas horas mais ou menos,chegando a chorar em diversos momentos. Cara, é um Chewbacca brega! Sensacional!

Enquanto isso...


Na sala de justiça...

Recebo duas ótimas notícias: minha irmã conseguiu uma vitória gigante depois de muuuuuito tempo. E minha amiga se livrou de uma notícia que a estava agoniando e foi recebida com um abraço.

Porque a vida é assim, minha gente. Boa. A gente é que reclama demais.

Segundo a Dani...

Eventualmente eu esqueço que sou essa pessoa daqui do lado e imagino que sou um clone da Maria Betânia.

Só que agora isso acaba rápido.

Nada como uma noite com uma boa garrafa de vinho e um sanduiche de queijo de cabra no Cafeína no Leblon com uma amiga gloriosa e semi bruxa para voltar às CNTP.

Porque é como eu sempre digo, quem tem amigos tem tudo ;-)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Body Balance

Nada como uma atividade.

Estou morrendo de saudade da aula e da professora sargenta.

Então tá

Porque a vida é assim, cheia de etapas.

E essa agora terminou.

Ainda que fora de mim.

Vou ali tomar uns cinco cappucinos e já volto.

domingo, 23 de agosto de 2009

Lembrança das Brumas de Avalon

- E qual a sua ideia de como é Deus?

- Eu só tenho certeza de que Deus não é aquela vizinha fofoqueira que fica na janela vendo o que você está fazendo e julgando sua vida.

sábado, 22 de agosto de 2009

Bom mesmo


Este post era pra ter saído semana passada, quando o evento em questão aconteceu, mas ainda está valendo...

Porque bom, bom mesmo é caber num vestido P da Farm.

Não importa se a modelagem dele está errada e se ele efetivamente não cabe em quem usa o tradicional P. A etiqueta está lá, no lugar dela, gloriosa. P.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Sempre algo de bom

Sou da opinião de que você deve aproveitar as situações e tirar sempre o melhor delas e aprender, se aprimorar e crescer.

Pois no ano passado, ao final de um relacionamento, eu havia me apaixonado pelo Dave Matthews, por quem continuo encantada.

Minha atual paixão é Stolen Away On 55th & 3rd.

Hello again
Seems like forever
Between now and then
You look the same
I mean you look different
But you haven't changed
Funny to think
How the time gets away
Funny how you
Take me right back again

Stole me away
First time I saw you
You did me that way
What should I say
I saw you laughing
And I was afraid
I might get in the way

I did not think
I would see you again
So how have you been
Do you remember ...
And how's everything
Funny I think
How time gets away
Funny how you
Take me right back again

Stole me away
First time I saw you
You did me that way
What should I say
Saw you there dancing
But I was afraid
I might get in the way

I did not think
I would see you again
Funny to think
How the time gets away
Funny how you
Take me right back again
Funny the feeling
When forever ends

You stole me away
First time I saw you
You did me that way
What should I say
Saw you there dancing
But I was afraid
I might get in the way

Never thought
I would see you again
So how have you been
Watching the years
As they trickle away
It's everything
How the time gets away
Funny how you
Take me right back again

Steal me away

It's like the first time I saw you
You do me that way
What should I say
I see you here standing
And I am afraid
I might get in your way

I never thought
I would see you again
How have you been
Do you remember
I mean everything
You steal me away
Like the first time I saw you
You do me that way
What can I say
I see you standing here
And I am afraid
I might get in your away

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Lucky

Hoje amanheceu um típico dia de inverno. Nuvens pesadas, frio e chuva que insiste em não ser constante, só para te deixar sem saber o que fazer.

Acordei cedo, cansada, com sono e na expectativa, totalmente infundada, de ter sofrido uma amnésia. Que nada, os pensamentos estavam todos lá, bagunçados, misturados, me fazendo tentar, em vão, organizá-los.

O fato é que não posso reclamar, embora o meu lado engenheira racional tente me dizer que não há lógica. Mas quem precisa de tudo tão certo e previsível e explicado?

Quero pensar que tudo que tenho feito e pensado é tão espontâneo e verdadeiro que não pode me trazer nada além de sorte.

E a sorte sempre vem... Mesmo. E já estou acostumada que nada é tão fácil assim...

Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again

Jason Mraz

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

De volta a Sampa

Amanhã volto à minha rotina semanal de viajar para São Paulo. É cansativo, fico num faz e desfaz de malas, mas no fundo eu gosto. E muito.

Porque tenho amigos lá que são gloriosos, principalmente por isso. Sinto falta deles e a oportunidade de vê-los é maravilhosa. Fora as milhões de opções noturnas de restaurantes e bares e pubs e tudo mais.

Vai ser bom.

Preciso me ocupar.

Está difícil de manter a caixa de Pandora fechada.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sobre idas e vindas

Indo para meu destino, descubro que no avião tinha um especial do U2 sobre o novo disco com entrevistas e tudo mais. Após todas as músicas do "No line on the horizon", ainda rolou uma sequência de clássicos deles em que tocava, entre outras, One. E foi com ela que cheguei onde queria, mesmo que ainda cheia de dúvidas e com a cabeça fervendo de pensamentos.

A volta foi dormindo muito, depois de comer um doce que precisava para alimentar minha saudade e minha alma, com o coração dentro de uma caixa, de onde não sei quando e como irá sair. Quando olhei para o monitor de LCD e vi a distância física que tinha percorrido, fiquei pensando em como o meu caminho também havia sido longo até aquele momento. Matar o medo, a insegurança, me entregar ao novo, ao desconhecido e descobrir que eu posso e que é bom.

Existe na minha família uma frase que é usada de brincadeira em diversas situações: E depois? Me seguro para não me perguntar isso o tempo todo: E depois? E depois? E depois? Deus, que pessoa confusa é essa que sou?

Pousei no Rio com a mesma One. Coincidência? Pode ser. Metáfora para um ciclo? Também. Não quero pensar em nada disso. Fechei a caixa. Preciso esquecer o depois.

Da série: Pérolas do msn

O amigo: Tudo bom com você?

Eu: Tudo bem. Estou aqui resolvendo umas coisinhas na minha cabeça, mas está tudo certo.

O amigo: Coisinhas? Coisinhas viram coisas que viram coisonas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Monstros S.A.

Sabe, sou como o Calvin.
Tenho vários monstros embaixo da cama. Às vezes eles fazem barulhos, começam a babar, mas normalmente ficam por lá. Não costumam pular na minha cama, pois são sempre afastados pelas minhas ameaças.
Sou assim, uma busca constante por melhorar, crescer, amadurecer, ter mais atitude, menos insegurança.

Faz duas semanas descobri a arte do ilustrador mexicano Alberto Cerriteño, que o Danilo, do Let´s blogar, blog que acompanho há milênios, passou.


Meus monstros podiam ser simpatiquinhos como esse. Eu dava mesmo um abraço!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Uma pequena prece

Deus, obrigada pelos amigos que tenho, que sempre me mostram o caminho. Sei que o Senhor os deve usar muito, dada a minha remota capacidade de captar a realidade em determinados momentos da vida. Obrigadaamém!

domingo, 9 de agosto de 2009

Um diálogo entre Maricotas no MSN

Maricota 01 diz:
oi amiga
ta por aí?

Maricota 02 diz:
OIE
sim

Maricota 01 diz:
como vc está?
essa foto é ÓTIMA

Maricota 02 diz:
bem
rsrsrsrs
estou colocando novas fotos no orkut

Maricota 01 diz:
amiga, estou ligeiramente em panico de...*
acho que vou desistir
que bom

Maricota 02 diz:
pq?
pq vai desistir?
vc não é Brasileira?

*pequeno trecho deletado :-)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

La vie

Porque agora cismei de falar francês, porque Blackbird é uma das músicas mais maravilhosas que existem e foi a primeira a ser cantada, porque a flor-de-maio que comprei ainda tem flores, porque ando acordando com um sorriso nos lábios, porque uma das melhores amigas está feliz da vida, porque os brincos verdes combinam com a blusa que eu estava usando, porque hoje choveu granizo e me lembrei da infância.

Sim, a vida está boa.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Isn´t it ironic?

A vida é engraçada mesmo.

Você está aí, tentando juntar os pedaços que ficaram para trás nos últimos meses, anos, sei lá quanto tempo. Daí decide por um ponto final em uma situação mal resolvida, vai jantar sozinha para comemorar, viaja para bem longe, encontra amigos queridos, abraços apertados e de repente, traz com você algo novo.

E os dias passaram correndo, e você conhece mais de música, e há sorrisos e risadas e livros e mais de tanta coisa por todo lado que nem parece que é verdade.

Me lembro agora de ouvir Alanis com a Dani em Recife e cantar aos berros.

Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out
When you think everything's gone wrong and everything blows up in your face

segunda-feira, 20 de julho de 2009

E só para constar...

Daqui ao Recife são dois mil, trezentos e trinta e oito quilômetros.

Como li recentemente, por extenso é mais dramático. :-)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Voltei, Recife

Foi a saudade que me trouxe pelo braço...

E eis que no final de semana passada voltei ao Recife, para o casamento da Naty. Viajei na sexta à tarde e às oito da noite já estava por lá.

O casamento foi lindo, diferente, perfeito. Dancei, bebi muito champagne, me diverti horrores e ainda tive uma boa surpresa...

Matei um pouco da saudade da Dani, a quem não via há mais de oito anos. Juramos que jamais iríamos ficar tanto tempo sem nos ver.

No domingo almocei na casa da Monica, amiga de longa data de lá também. Comprei um carregamento de bolo de rolo, vi a Dani de novo no aeroporto e voltei pro Rio, feliz da vida porque sim, a vida é boa e sou muito abençoada pelos amigos que tenho.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Onde eu queria estar em 02/07


Daí que todo mundo sabe que eu amo U2. Desde sempre, desde pouco tempo depois que descobri que gostava de rock, desde que a Renata é minha amiga e por aí vai.

Minha paixão recente se chama Snow Patrol, banda de rock formada na Escócia por dois irlandeses. Um espetáculo para os ouvidos numa época de tão poucas novidades interessantes.

Corta.

Bem, há meses minha irmã comprou o ingresso para o show do U2 em Barcelona e queria porque queria que eu fosse também. Eu também queria, mas não fui irresponsável o suficiente para propor ao meu novo chefe que só me contratasse três meses depois do que ele precisava porque sim, era importantíssimo que eu fosse para Portugal e ficasse à toa até o dia 02/07, quando veria o U2 com a minha irmã.

Então, convencida de que isso ficaria para outra hora, outra vida ou sabe Deus o que, continuei minha vidinha e vim para a Praia do Flamengo, onde estou muito bem, obrigada.

Eis que na semana passada, antes da apresentação, fui conferir o site da banda, que está glorioso, por sinal, e me deparei com o roteiro do turnê. E descubro que quem iria abrir o show era... o Snow Patrol. Dá licença que eu vou ali na janela do 19o me jogar e volto rapidinho.



Minha irmã amou o show, como era de se esperar. O set list abaixo mostra que a banda arrasou mais uma vez na escolha das músicas:

Breathe
No Line On The Horizon
Get On Your Boots
Magnificent
Beautiful Day
I Still Haven't Found What I'm Looking For
Desire
Party Girl
Electrical Storm
Unknown Caller
Unforgettable Fire
City of Blinding Lights
Vertigo
I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight
Sunday Bloody Sunday
Pride (In The Name of Love)
MLK
Walk On
Where The Streets Have No Name
One
-----------------
Ultraviolet
With Or Without You
I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight
Moment of Surrender

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Emporio Santa Fé

Bem, ontem havia combinado de jantar com um amigo que teve um compromisso e precisou desmarcar comigo.

Daí o que fiz? Fui sozinha até o Emporio Santa Fé, um lugar glorioso na Praia do Flamengo, bem perto de onde trabalho. A carta de vinhos é maravilhosa e atende a todos os gostos. A cozinha então, meu Pai...


Meia garrafa de carmenére, um couvert delicioso e um rondele de ricota com funghi e damasco e eu só podia agradecer a Deus por tanta generosidade :-).

E ainda tem essa promoção para aproveitar:


Já é terça-feira?

sexta-feira, 12 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Tudo novo de novo

Bem, já havia falado que tinha mudado de trabalho.

Pois agora a empresa onde trabalho foi vendida. Simples assim.

Se eu estou com medo? A resposta é: ZERO. Verdade. Nenhum temor passou pela minha cabeça.

Estou aqui há menos de dois meses. Mas de fato estou é muito empolgada e feliz.

E vamos que vamos!

domingo, 24 de maio de 2009

Um lugar para sair no Rio


Ontem fui no aniversário de um amigo na Mud Bug. O lugar fica em Copa, do lado do Copacabana Palace, bem na quadra da praia.

Confesso que foi uma ótima surpresa, já que tinha rock tocando quando chegamos e depois mais tarde a música era eletrônica de boa qualidade.

Muitos tipos de cervejas (tomei uma única Erdinger, super comportada), caipivodka gostosa e sanduiches deliciosos.

Tirando o drink com blue curacao (que para mim tem gosto de vacina Sabin), correu tudo maravilhosamente bem.

A noite foi leve e divertida, com muita risada e planos para o futuro próximo.

Uma jardim para ser feliz

Alguém já fez um jardim para você? Para mim já.

Escolheu cada planta, trabalhou duro na execução, montou tudo com carinho. E eu deixei morrer...

Não, isso não é uma metáfora. É verdade. A metáfora também cabe na minha vida de agora, é fato.

De toda forma, resolvi consertar o jardim - os dois, na verdade.

Ontem fui num horto em Guratiba e escolhi as plantas, que ficaram lindas na jardineira. O dia estava lindo, mais um daqueles de outono com céu azul deslumbrante.

E no fim da tarde eu tinha um jardim com plantinhas rasteiras, bromélias e crotton, que é uma planta com folhas largas e avermelhadas. E tinha também três suculentas na varanda, uma roseira com uma flor enorme e vasinhos coloridos na área. E saí feliz, feliz...

Já o outro jardim ainda está muito bagunçado. Talvez seja hora de usar flores novas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Universo paralelo

Estou cansada, com sono e com raiva do tempo.

Não do meteorológico, já que os dias de outono continuam gloriosos e eu tenho uma vista privilegiada do Pão de Açúcar.

Mas o tempo cronológico, que insiste em passar tão rápido e nos universos em que pareço me instalar. Porque agora quero tanto uma coisa que parece já ter passado por mim e deixei passar que estou buscando um portal do tempo, onde eu possa consertar as coisas de vez.

Isso é que dá assistir a Star Trek.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Algo em suspenso

Pois é, ando avaliando minha vida com muito cuidado nos tempos...

O fato é que passei por várias mudanças, mas sinto que o processo não acabou.

Na realidade, tem algo que preciso colocar em ordem e que já tem muito, muito tempo que está guardado comigo. São aquelas coisas que vamos fingindo que não existem e tentamos deixar de lado, mas que no fundo sempre aparecem.

Queria muito poder resolver hoje, agora, já. Mas são muitos anos e desdobramentos para serem solucionados assim de uma hora para outra.

De toda forma, o pior eu já fiz: já decidi.

Fingers crossed...

domingo, 3 de maio de 2009

Le Vin

Fazia tempo que eu queria ir até ao Le Vin em Ipanema. Na verdade conheci o lugar pela internet na minha saga atrás dos macarons no ano passado. E descobri que a casa tinha uma filial aqui em terras cariocas.

Pois na última quinta tive um jantar maravilhoso com uma companhia gloriosa no lugar. Uma boa garrafa de vinho, um couvert simples e gostoso e uma salada sensacional com queijo de cabra. Quem pode ser mais feliz em meio a toalhas xadrez azuis?


E quando voltar quero provar o creme brulèe...


Dormi com os anjos e com a certeza de que sim, tudo vai dar certo.

Coming back

Mais de um mês sem postar por aqui...

Na verdade passei muitas vezes pelo blog, mas fiquei em dúvida sobre o que e como escrever e o depois ficou para depois...

Muita coisa aconteceu. No dia seguinte ao meu último post fui assaltada, tive que resolver mil problemas de documentação, pedi demissão do meu trabalho, comecei em outro, tive algumas conversas sérias com alguém querido e comecei uma vida nova.

Nova porque estou num trabalho que me dá prazer, onde sorrio quando chego e vejo o Pão de Açucar na minha frente. Onde fiz novos amigos, com astral ensolarado e risos largos. Nova também porque consegui ordenar meus sentimentos e colocá-los em compartimentos onde, por enquanto, ainda não posso alcançá-los - e de onde não quero tirá-los. Ainda nova porque estou procurando apartamento e devo me mudar ainda este mês para a zona sul, perto dos meus amigos e primos.

A vida está boa, não posso negar.

Open Your Eyes - Or with all my heart...

Open Your Eyes

Snow Patrol

All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
My bones ache, my skin feels cold
And I'm getting so tired and so old

The anger swells in my guts
And I won't feel these slices and cuts
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine

Tell me that you'll open your eyes [x4]

Get up, get out, get away from these liars
´Cause they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time

Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine

Tell me that you'll open your eyes [x8]

All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you

sábado, 28 de março de 2009

Encontros e desencontros e despedidas


Adoro "Encontros e Desencontros". Assisti em 2004 em São Paulo com a minha amiga Maricota e me emocionei com o enredo de duas pessoas que se encontram no lugar e na hora errados.

Quantas vezes já aconteceu isso na minha vida? Algumas, com certeza. E quando isso acontece com a mesma pessoa em diversas fases da sua existência? São muitas dúvidas, será mesmo essa a tal pessoa certa? E será que um dia as histórias de ambos irão se juntar de vez ou passarão por outros tantos cruzamentos repletos de momentos que não podem ser levados adiante?
Engraçado tudo isso vir à minha mente em um momento de tanta mudança e quando finalmente tomei a decisão de desviar o atual curso da minha vida.
Mas eu estou feliz. Eu juro. :-)


domingo, 15 de março de 2009

Walk on

"And love is not the easy thing
Is the only baggage that you can bring
Love is not the easy thing
The only baggage you can bring
Is all that you can't leave behind"



And if the darkness is to keep us apart
And if the daylight feels like it's a long way off
And if your glass heart should crack
And for a second you turn back
Oh no, be strong


Walk on!
Walk on!
What you got, they can't steal it
No, they can't even feel it
Walk on!
Walk on!
Stay safe tonight


You're packing a suitcase for a place
None of us has been
A place that has to be believed to be seen
You could have flown away
A singing bird in an open cage
Who will only fly, only fly for freedom


Walk on!
Walk on!
What you got, they can't deny it
Can't sell it, or buy it
Walk on!
Walk on!
You stay safe tonight


And I know it aches
How your heart it breaks
You can only take so much
Walk on!
Walk on!


Home!
Hard to know what it is
If you never had one
Home!
I can't say where it is
But I know I'm going
Home!
That's where the hurt is

And I know it aches
And your heart, it breaks
And you can only take so much

Walk on!



You've got to leave it behind:
All that you fashion
All that you make
All that you build
All that you break
All that you measure
All that you feel
All this you can leave behind
All that you reason, it's only time
And I'll never fill up all I find
All that you sense
All that you scheme
All you dress-up
All that you've seen
All you create
All that you wreck
All that you hate



Bem, eu amo U2 e esta música é uma das minhas músicas preferidas. Além de combinar com alguns dos meus atuais sentimentos.


Ano passado ganhei o dvd com videos deles e estava calmamente assistindo em casa quando vi a versão internacional do clip desta música, que foi gravado no Brasil. Até aí tudo bem, mas na sequência aparecem eles no Recreio. Peraí, é onde eu moro! Quer dizer que eu podia estar no caminho do trabalho de manhã e encontrar com o Bono na Reserva? Como assim? Ai, ai...



Quem quiser dar uma olhada, acessa aqui.

Para quem gosta de café (ou não :-))

Essa semana passada eu voltei em um lugar que amei em São Paulo (aliás, voltei com os mesmos amigos, porque nós todos adoramos), que é o Octavio.


A arquitetura do local é bárbara, com um pé direito alto e muita madeira. A parte interior é um salão enorme, com poltronas gigantes e sofás de couro para você se jogar e ficar hooooooras.

Dessa vez, ficamos na varanda, também com cadeiras confortáveis, brancas e enormes, curtindo a agradável noite que fazia em Sampa.



Lá você aproveita, além dos cafés, que são excelentes, vários sanduiches e pratos deliciosos.

Desta vez apostamos em um menu de jantar, que custou só quarenta dinheiros! Uma salada de verão bem gostosa, com melancia e queijo feta, um filet ao molho de café (sensacional) e, de sobremesa, doce de leite com coco e brigadeiro de colher. E eu disse que a caipirinha de frutas vermelhas era double drink? Ah, que noite!

À procura da felicidade


São muitos anos de amizade. Perdas e ganhos, separações, encontros e desencontros. Se conhecem muito bem, com grande cumplicidade.

De repente ela pergunta: Você não pensa em ser feliz?

Um facada, um golpe.

A pergunta fica no ar: Onde encontrar a felicidade? No amor, no trabalho, no dinheiro, na família? A maioria vai dizer: no equilíbrio entre todas, blá, blá blá. Confesso que no mundo de hoje me vejo no meio de um turbilhão de atividades e necessidades sem que haja tempo (sempre ele) suficiente. E quando você abre o olho, está aí, trabalhando como louca, cansada de andar para lá e para cá, sem ver sua família, com preguiça de se envolver com alguém...

Lembro que, quando assisti " À procura da felicidade", chorei horrores, porque mostra o quanto se consegue quando se é perseverante, quando não se desiste. E às vezes dá tanta vontade de desistir de certas coisas, porque em muitos momentos o tal equilíbrio parece tão distante.

Confesso que ando me sentindo mais direcionada, menos dividida, mais equilibrada. É um esforço grande juntar todas as emoções e vontades e se desfazer de algumas em detrimento do mais importante. Um exercício contínuo. Mas eu chego lá.

domingo, 8 de março de 2009

O melhor fevereiro dos últimos tempos

Minha irmã esteve aqui no Brasil durante o mês passado. E saímos tanto e rimos e fizemos planos e vimos tantas pessoas queridas que chegamos à conclusão: este foi o melhor fevereiro dos últimos anos.

Porque começou com a cerimonia de formatura do meu irmão, onde me acabei de chorar e onde estava a minha família querida. Minha mãe roxa de tanto orgulho, com toda razão. Meu irmão é bom demais.

Depois rolou uma ida deliciosa ao Bukowski, onde o Jimmy, meu amigo glorioso, é gerente. Ficamos lá com mais um amigo até quatro da manhã falando das melhores coisas da vida.

Aí veio a festa da formatura, comigo tomando todas as Coca-colas que deixei de beber em dez anos e dançando com a minha cunhada até às tantas.

E teve Rio Scenarium, onde combinei de organizarmos o aniversário da Ritinha. Lá teve bolinho de aipim com carne seca, revelações de tempos atrás e muita, muita risada.

E no final foi o Carnaval. Só que isso vai dar outro post...