Cá estou eu em Recife, no último dia do ano, pensando no que vou fazer de diferente em 2010. Já disse que não posso reclamar de 2009, mas sempre se pode melhorar, não é mesmo?
A primeira resolução tomada será colocada em prática ainda esta semana. Agora é esperar para ver o resultado.
A todos muita saúde, paz e amor.
"A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la". Gabriel Garcia Marquez
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Electrical storm
You're in my mind all of the time
I know that's not enough
If the sky can crack, there must be some way back
For love and only love
U2 - Forever...
I know that's not enough
If the sky can crack, there must be some way back
For love and only love
U2 - Forever...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
O gato malhado e a andorinha Sinhá
500 days of Summer - Sobre o filme

Atendendo a pedidos dos meus leitores, vou falar sobre o filme. :-)
Para começar, embora seja a história de um encontro entre um homem e uma mulher, não é uma história de amor. Na verdade, o amor existe, mas é unilateral. Então é amor ou não? Sei lá. O fato é que ele, Tom, rapaz sensível que entendeu errado o final de A Primeira Noite de um Homem e foi influenciado por músicas depressivas da década de 80, achava que não seria feliz até encontrar ela, Summer.
E ele se encanta de forma intensa por ela, que só quer ser divertir. Ah, você já viu esse filme? Rolou um dejá-vu? Eu sei, também senti isso.
Eles se dão bem, são amigos, se divertem muito, mas as percepções sobre o relacionamento não são as mesmas. Muito pelo contrário. E um dia ela o surpreende dizendo que não fazia mais sentido eles se encontrarem. A partir daí o filme tem a sensibilidade de mostrar como temos dificuldade de encarar a realidade, de imaginar que o outro vai mudar e se encantar também. Isso até acontece, mas é tão raro.
Quando disse antes que foi um tratamento de choque, queria dizer que o filme, com um enredo aparentemente tão simples, me fez pensar o quanto tenho de Tom e o quanto sou a Summer.
Como boa Maricota, já fui o Tom inúmeras vezes. E sofri como ele, indo ao fundo do poço por pensar que poderia buscar reciprocidade. Só que não há ciência, não há regra. Precisa de bastante atitude sim, mas também de sorte (você ou ele podem estar comprometidos com outras pessoas, podem morar longe um do outro, um dos dois pode estar numa fase ruim) de afinidade e vontade. Isso, precisa vontade. Dos dois. Senão não vai acontecer, embora você se perca em supostas coisas em comum (gostos musicais, manias, hobbies, qualquer coisa pode te ludibriar). Quem leu o post da @ladyrasta vai entender: A Bulgária não vale a pena. Não adianta você revirar céus e terras se outro não tem VONTADE. Parece simples, né? E é. Só que a gente sonha tanto que às vezes nem percebe que a empatia não é assim tão forte como a gente gostaria.
Se eu já fui a Summer? Já sim. Poucas vezes, a bem da verdade. Porque sou moça com idade mental de trezes anos para relacionamentos e tenho apanhado bastante por isso. Mas de toda forma, houve uma pessoa de quem gostei muito, muito e com quem nunca consegui manter um relacionamento quando estava apaixonada, por vários motivos, um deles por conta da distância. Naquela época eu não tinha um salário bom (ainda não é sensacional, mas melhorou um bocadinho :-)), as passagens eram caríssimas e a gente não se via com frequência. Bem, não era só isso. Hoje eu vejo que a criatura não era assim alguém em quem se pudesse confiar. Mas enfim, como diz o meuamigocantor, às vezes não tem conselho de amigo ou comoção familiar que faça você mudar de ideia. E eu não mudei. Só que, quando voltei pro Rio e nós finalmente estávamos próximos, o encanto havia acabado. Fui vendo que a figura não era bem aquilo que eu imaginava...O fato é que eu fui a Summer durante um bom tempo. Me diverti sem qualquer envolvimento. E um dia falei que não iríamos mais nos ver. Simples assim.
Bem, veja o filme, vale a pena pelo enredo, pela trilha maravilhosa, pelo que te faz refletir.
Redes Sociais

Ando sem saco para Facebook. O Orkut pra mim morreu. Só ando mesmo no Twitter agora que tenho um Blackberry, porque acompanhar tudo do computador é inviável.
Adorei a imagem acima, a compilação dessas ferramentas todas chega a ser assustadora. Mas ando focada em outras coisas. Estou evitando a ansiedade do conhecimento e do compartilhamento. Vivendo um pouquinho só pra mim, lendo os meus livros, conversando com os meus amigos, visitando minha mãe, passeando nos dias de sol e de chuva também.
Estou mais feliz ;-)
Correria
Esta semana estive fora daqui, mas é que ando numa correria muito louca. Rio x São Paulo x Niterói, organizando o aniver da minha mãe, fazendo mil propostas no trabalho com o intuito de dominar o mundo, planejando a viagem de Reveillon, enfim: tudoaomesmotempoagora.
Além disso, a Jabiraca mais amada chegou ontem e estou louca para passar a próxima semana com ela ;-)
E, pequeno detalhe, trabalhei ontem (sábado) e hoje vou ao escritório. Mas tudo bem, dezembro passa rápido.
Além disso, a Jabiraca mais amada chegou ontem e estou louca para passar a próxima semana com ela ;-)
E, pequeno detalhe, trabalhei ontem (sábado) e hoje vou ao escritório. Mas tudo bem, dezembro passa rápido.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Sem padrões
Até onde vai o amor e onde começa a amizade? Esses sentimentos são complementares, antagônicos, convergem ou divergem? Onde acaba a paixão e inicia a calmaria do amor, se é que isso existe?
Confesso que tudo isso me confunde - e muito. E quando vejo palavras tão amplas (e díspares?) quanto atração física e amizade no mesmo parágrafo fico ainda mais perturbada.
Alguém pode criar uma ISO9000 para os sentimentos?
Confesso que tudo isso me confunde - e muito. E quando vejo palavras tão amplas (e díspares?) quanto atração física e amizade no mesmo parágrafo fico ainda mais perturbada.
Alguém pode criar uma ISO9000 para os sentimentos?
domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
New friends, new poetry
quanta estrela dura essa saudade
que acompanha a aventura de viver
que registra um dado no diário
coordenada que me leva pra você?
Delicadeza do @jampa
que acompanha a aventura de viver
que registra um dado no diário
coordenada que me leva pra você?
Delicadeza do @jampa
Sedex
Você manda uma encomenda e se arrepende 5 minutos depois. E agora? Como faz para interceptar o Sedex?
Não há escapatória, só esperar pelo pior. Ou não.
Por sorte ou destino ou acaso ou sabe Deus o que, deu tudo certo :-)
Não há escapatória, só esperar pelo pior. Ou não.
Por sorte ou destino ou acaso ou sabe Deus o que, deu tudo certo :-)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Ainda amo The Smiths
Sei que isso aqui às vezes fica parecendo aqueles cadernos que a gente tinha quando era adolescente, mas eu sinceramente não resisto... Adoro a voz do Morrissey, os arranjos, lembro da época do colégio em que ouvia Big Mouth e Heaven knows I´m miserable now.
Dessa música eu não me lembrava direito, mas hoje é uma das minhas preferidas deles.
Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time
Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time
Please, Please, Please, Let Me Get What I Want
Dessa música eu não me lembrava direito, mas hoje é uma das minhas preferidas deles.
Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad
So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time
Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time
Please, Please, Please, Let Me Get What I Want
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Addicted to - and it´s not twitter
Sweet Disposition
sweet disposition
never too soon
oh, reckless abandon
like no one's watching you
a moment
a love
a dream
aloud
a kiss
a cry
our rights
our wrongs
a moment a love
a dream
aloud
a moment a love
a dream
aloud
The Temper Traps, minha nova obsessão ;-)
sweet disposition
never too soon
oh, reckless abandon
like no one's watching you
a moment
a love
a dream
aloud
a kiss
a cry
our rights
our wrongs
a moment a love
a dream
aloud
a moment a love
a dream
aloud
The Temper Traps, minha nova obsessão ;-)
Sobre a loucura
Somente uma pessoa muito maluca vira pra outra sem estar bêbada e fala:
- Aprende aí essa música do The Temper Traps que eu mandei porque eu vou CANTAR no seu aniversário.
- Aprende aí essa música do The Temper Traps que eu mandei porque eu vou CANTAR no seu aniversário.
domingo, 22 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Viciada
E não é que eu me rendi ao Twitter? Estou me divertindo horrores, agora que tenho um monte de coleguinhas ;-)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
About me
Não, eu não estou triste. De verdade. Só estou na minha, tentando digerir os últimos dias, meses ou anos de modo a entender o que está na minha cabeça agora.
Mas estou bem.
E não, eu não quero falar. Não quero conversar, não quero contar, não quero desabafar. Nada. Fico esgotada quando a minha vida vira o debate do Sem Censura. Estou precisando avaliar, medir, processar, planejar, descartar, focar. Sozinha.
É isso.
Mas estou bem.
E não, eu não quero falar. Não quero conversar, não quero contar, não quero desabafar. Nada. Fico esgotada quando a minha vida vira o debate do Sem Censura. Estou precisando avaliar, medir, processar, planejar, descartar, focar. Sozinha.
É isso.
Eu queria muito saber...
O que você ainda quer de mim.
It won't hurt to find love in the wrong place
I've been hurt before but all the scars have rearranged
It won't hurt to find love in the wrong place
I've been hurt before but all the scars have rearranged
It won't hurt to choose the path that we all walk alone
The Magic Numbers
It won't hurt to find love in the wrong place
I've been hurt before but all the scars have rearranged
It won't hurt to find love in the wrong place
I've been hurt before but all the scars have rearranged
It won't hurt to choose the path that we all walk alone
The Magic Numbers
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Depois de ontem no salão...
Agora eu sou essa moça aqui de baixo:

Honestamente não entendo como não nasci com os cabelos dessa cor. A coisa toda começou assim: Tenho cabelos brancos desde os 16 anos. O primeiro se chavama Almeida, em homenagem ao meu professor de Cálculo I. Daí com uns vinte anos comecei a usar henna, que na época estava suuuper na moda e que era usada por uma amiga fashion da faculdade.
Beleza. Chegou uma hora em que a henna não dava mais conta. Apelei para o tonalizante e depois para a tinta. Isso tudo até uns vinte e seis, por aí. Daí que mais ou menos nessa época, quando morava em Recife, decidi fazer umas mechas no cabelo. Pronto, estava aí a minha perdição. Virei ruiva de vez, com mechas e com um cabelo mais liso que o da Perla. E aí já foram várias versões e nuances do vermelho, mas sempre ele.
Houve uma vez em que estava deprê e entrei numa de "voltar ao que era antes". E virei uma moça castanha sem graça. Nada contra as moças castanhas. Mas é que essa agora não combina mais comigo. Não sou eu, na verdade. Gosto do contraste da cor com a minha pele, da vibração que ela traz e que tem a ver com que sou, com tudo que vivi e somei até o momento.
Eu sou é essa moça aí do Moidsch ;-)

Honestamente não entendo como não nasci com os cabelos dessa cor. A coisa toda começou assim: Tenho cabelos brancos desde os 16 anos. O primeiro se chavama Almeida, em homenagem ao meu professor de Cálculo I. Daí com uns vinte anos comecei a usar henna, que na época estava suuuper na moda e que era usada por uma amiga fashion da faculdade.
Beleza. Chegou uma hora em que a henna não dava mais conta. Apelei para o tonalizante e depois para a tinta. Isso tudo até uns vinte e seis, por aí. Daí que mais ou menos nessa época, quando morava em Recife, decidi fazer umas mechas no cabelo. Pronto, estava aí a minha perdição. Virei ruiva de vez, com mechas e com um cabelo mais liso que o da Perla. E aí já foram várias versões e nuances do vermelho, mas sempre ele.
Houve uma vez em que estava deprê e entrei numa de "voltar ao que era antes". E virei uma moça castanha sem graça. Nada contra as moças castanhas. Mas é que essa agora não combina mais comigo. Não sou eu, na verdade. Gosto do contraste da cor com a minha pele, da vibração que ela traz e que tem a ver com que sou, com tudo que vivi e somei até o momento.
Eu sou é essa moça aí do Moidsch ;-)
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