sábado, 28 de março de 2009

Encontros e desencontros e despedidas


Adoro "Encontros e Desencontros". Assisti em 2004 em São Paulo com a minha amiga Maricota e me emocionei com o enredo de duas pessoas que se encontram no lugar e na hora errados.

Quantas vezes já aconteceu isso na minha vida? Algumas, com certeza. E quando isso acontece com a mesma pessoa em diversas fases da sua existência? São muitas dúvidas, será mesmo essa a tal pessoa certa? E será que um dia as histórias de ambos irão se juntar de vez ou passarão por outros tantos cruzamentos repletos de momentos que não podem ser levados adiante?
Engraçado tudo isso vir à minha mente em um momento de tanta mudança e quando finalmente tomei a decisão de desviar o atual curso da minha vida.
Mas eu estou feliz. Eu juro. :-)


domingo, 15 de março de 2009

Walk on

"And love is not the easy thing
Is the only baggage that you can bring
Love is not the easy thing
The only baggage you can bring
Is all that you can't leave behind"



And if the darkness is to keep us apart
And if the daylight feels like it's a long way off
And if your glass heart should crack
And for a second you turn back
Oh no, be strong


Walk on!
Walk on!
What you got, they can't steal it
No, they can't even feel it
Walk on!
Walk on!
Stay safe tonight


You're packing a suitcase for a place
None of us has been
A place that has to be believed to be seen
You could have flown away
A singing bird in an open cage
Who will only fly, only fly for freedom


Walk on!
Walk on!
What you got, they can't deny it
Can't sell it, or buy it
Walk on!
Walk on!
You stay safe tonight


And I know it aches
How your heart it breaks
You can only take so much
Walk on!
Walk on!


Home!
Hard to know what it is
If you never had one
Home!
I can't say where it is
But I know I'm going
Home!
That's where the hurt is

And I know it aches
And your heart, it breaks
And you can only take so much

Walk on!



You've got to leave it behind:
All that you fashion
All that you make
All that you build
All that you break
All that you measure
All that you feel
All this you can leave behind
All that you reason, it's only time
And I'll never fill up all I find
All that you sense
All that you scheme
All you dress-up
All that you've seen
All you create
All that you wreck
All that you hate



Bem, eu amo U2 e esta música é uma das minhas músicas preferidas. Além de combinar com alguns dos meus atuais sentimentos.


Ano passado ganhei o dvd com videos deles e estava calmamente assistindo em casa quando vi a versão internacional do clip desta música, que foi gravado no Brasil. Até aí tudo bem, mas na sequência aparecem eles no Recreio. Peraí, é onde eu moro! Quer dizer que eu podia estar no caminho do trabalho de manhã e encontrar com o Bono na Reserva? Como assim? Ai, ai...



Quem quiser dar uma olhada, acessa aqui.

Para quem gosta de café (ou não :-))

Essa semana passada eu voltei em um lugar que amei em São Paulo (aliás, voltei com os mesmos amigos, porque nós todos adoramos), que é o Octavio.


A arquitetura do local é bárbara, com um pé direito alto e muita madeira. A parte interior é um salão enorme, com poltronas gigantes e sofás de couro para você se jogar e ficar hooooooras.

Dessa vez, ficamos na varanda, também com cadeiras confortáveis, brancas e enormes, curtindo a agradável noite que fazia em Sampa.



Lá você aproveita, além dos cafés, que são excelentes, vários sanduiches e pratos deliciosos.

Desta vez apostamos em um menu de jantar, que custou só quarenta dinheiros! Uma salada de verão bem gostosa, com melancia e queijo feta, um filet ao molho de café (sensacional) e, de sobremesa, doce de leite com coco e brigadeiro de colher. E eu disse que a caipirinha de frutas vermelhas era double drink? Ah, que noite!

À procura da felicidade


São muitos anos de amizade. Perdas e ganhos, separações, encontros e desencontros. Se conhecem muito bem, com grande cumplicidade.

De repente ela pergunta: Você não pensa em ser feliz?

Um facada, um golpe.

A pergunta fica no ar: Onde encontrar a felicidade? No amor, no trabalho, no dinheiro, na família? A maioria vai dizer: no equilíbrio entre todas, blá, blá blá. Confesso que no mundo de hoje me vejo no meio de um turbilhão de atividades e necessidades sem que haja tempo (sempre ele) suficiente. E quando você abre o olho, está aí, trabalhando como louca, cansada de andar para lá e para cá, sem ver sua família, com preguiça de se envolver com alguém...

Lembro que, quando assisti " À procura da felicidade", chorei horrores, porque mostra o quanto se consegue quando se é perseverante, quando não se desiste. E às vezes dá tanta vontade de desistir de certas coisas, porque em muitos momentos o tal equilíbrio parece tão distante.

Confesso que ando me sentindo mais direcionada, menos dividida, mais equilibrada. É um esforço grande juntar todas as emoções e vontades e se desfazer de algumas em detrimento do mais importante. Um exercício contínuo. Mas eu chego lá.

domingo, 8 de março de 2009

O melhor fevereiro dos últimos tempos

Minha irmã esteve aqui no Brasil durante o mês passado. E saímos tanto e rimos e fizemos planos e vimos tantas pessoas queridas que chegamos à conclusão: este foi o melhor fevereiro dos últimos anos.

Porque começou com a cerimonia de formatura do meu irmão, onde me acabei de chorar e onde estava a minha família querida. Minha mãe roxa de tanto orgulho, com toda razão. Meu irmão é bom demais.

Depois rolou uma ida deliciosa ao Bukowski, onde o Jimmy, meu amigo glorioso, é gerente. Ficamos lá com mais um amigo até quatro da manhã falando das melhores coisas da vida.

Aí veio a festa da formatura, comigo tomando todas as Coca-colas que deixei de beber em dez anos e dançando com a minha cunhada até às tantas.

E teve Rio Scenarium, onde combinei de organizarmos o aniversário da Ritinha. Lá teve bolinho de aipim com carne seca, revelações de tempos atrás e muita, muita risada.

E no final foi o Carnaval. Só que isso vai dar outro post...

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Porque é Carnaval...


O Bonde do Dom - Marisa Monte


Novo dia
Sigo pensando em você
Fico tão leve que não levo padecer
Trabalho em samba e não posso reclamar
Vivo cantando só para te tocar


Todo dia
Vivo pensando em casar
Juntar as rimas como um pobre popular
Subir na vida com você em meu altar
Sigo tocando só para te cantar


É o bonde do dom que me leva
Os anjos que me carregam
Os automóveis que me cercam
Os santos que me projetam
As asas do bem desse mundo
Carregam um quintal lá no fundo
A água do mar me bebe
A sede de ti prossegue
A sede de ti...


Composição: Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown / Marisa Monte

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Pretty Woman

Hoje fez um lindo dia de sol e eu estava... trabalhando. Sim, como sempre. Então, no fim da tarde, quando me dirigia do Centro para Botafogo, estava em um táxi que tocava esta música.

Bem, só hoje descobri que Fallen, essa música linda que é da trilha de Pretty Woman, é cantada por uma cantora chamada Lauren Wood, sobre quem eu tive preguiça de pesquisar. Só a voz dela já me encanta.

I can't believe it,
You're a dream comin' true.
I can't believe how
I have fallen for you.
And I was not looking,
Was content to remain.
And it's ironic
To be back in the game.

You are the one
Who's led me to the sun.
How could I know
That I was lost without you...

Quem quiser ver o trecho exato do filme com a música, encontrei no Youtube.

A trilha sonora você encontra aqui, claro.


Mas o fato é que fiquei lembrando que este é um dos filmes da minha adolescência. Como deve ter sido Breakfast at Tiffany´s para as nossas mães. Pretty Woman é um filminho mentirosinho e água com açúcar, mas que me marcou por alguns fatores.





Primeiro porque minha gente, o que era o Richard Gere? Um sonho de consumo de qualquer uma. O moço envelheceu horrores, não teve budismo mesmo que desse jeito. Mas naquela época, ele estava simplesmente um charme.



Depois a própria Julia Roberts, de quem tenho uma simpatia de grau 6,8/10, estava linda de morrer mesmo. Aqueles vestidos maravilhosos realmente eram inesqueciveis.




Outra coisa é que este foi o primeiro filme que assisti com um namoradinho, em 1990. Ah, eu devia ter uns 16 anos e ele também, lá em Niterói, numa tarde depois da faculdade, comendo pipoca e tomando guaraná. Que delícia voltar a esta época tão leve da vida.

E depois, já mais no final da facudade, tive uma amiga muito louca que era fascinada pelo Richard Gere. Daí que ela se formou no período logo seguinte ao meu, junto com duas amigas queridas, com um vestido que era uma cópia do longo vermelho que a Julia Roberts usa na ópera. Sim, esse daí de cima. Peraí, inclusive com as luvas. Como dizia minha avó, juro pela Hóstia Consagrada. Ficou lindo nela, porque ela era bem magra, com um corpo bonito, mas concordem que precisa de MUITA atitude para fazer isso.

Enfim, sempre que ouço essa música tenho boas lembranças. E hoje as tive passando em frente ao Pão de Açúcar, num belo fim de dia de Verão...

Tá bem, gente, acabou a Sessão da Tarde. :-)

Values - From TFBL

“When your values are clear to you, making decisions becomes easier.”
—Roy Disney (b. 1930); former Disney executive, nephew of Walt Disney

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Heroes

Bem, essa semana fiquei doente. O fato é que estou sentindo uma dorzinha nos rins faz tempo. Daí fui à médica, que me examinou e receitou um remédio.

Eis que as dores passaram por um tempo e não tomei remédio algum e nem voltei mais lá. Ah, mas os meus rins não esqueceram dessa gracinha minha. E começaram a reclamar e reclamar e reclamar. Semana passada senti muita, muita dor em São Paulo. E fiquei com medo de passar para um estágio pior e partir desta para melhor, dado o caso da pobre moça que morreu semana retrasada por conta de uma infecção nos RINS.

Bem, a esta altura, minha mãe já queria me internar. Eu, espertamente, quando cheguei de Sampa, comprei o remédio que a doutora havia receitado e... não adiantou. Comecei a ter febre na sexta-feira. Vale ressaltar que 37 graus na minha família é questão de hospital, praticamente. E eu estava com quase 38...

Fiquei em casa, ou melhor, deitada no quarto o dia todo, e ontem é que melhorei e resolvi assisitir Heroes, dado que não iria sair de casa. Bom, no embalo assisti a sete episódios, praticamente uma maratona. Simplesmente não conseguia parar. E concluí a terceira temporada, que um funcionário meu conseguiu sabe Deus como.


Fui dormir quase três da manhã e fiquei pensando o que leava às pessoas (eu inclusive) a gostar tanto da série. É fato que os episódios têm uma trama bem amarrada, que você presisa seguir a séquência para poder entender o que se passa, caso contrário são situações sem nenhuma conexão que você não vai conseguir ver nenhum sentido. Mas o seriado é tenso, nervoso, tem situações de medo (claro que eu tenho pânico do Sylar) e um lado engraçadinho somente pelo Hiro Nakamura.

E fiquei divagando (serão consequências da febre?) que o sucesso todo de Heroes pode vir da extrema necessidade de todos se sentirem ESPECIAIS. Não é isso que todo mundo quer hoje? Fazer algo extraordinário que chame a atenção do outro para si mesmo? Ter uma habilidade, algo que o diferencie de todo o grande resto?

Nessa temporada tem um episódio em que eles ficam com os poderes anulados durante um tempo por uma causa X (não vou contar o que é), mas o fato é que eles precisam, naquele momento, provar que as tais habilidades não são fundamentais para a vida deles. Obviamente, não foi nada simples. Mas é fácil hoje com tantas as ofertas e necessidades e gostos e demandas se tornar alguém de hábitos simples? Não se importar tanto com as têndencias de tecnologia, com a moda, com qualquer outra coisa imposta pela atualidade?

Difícil não querer se diferenciar, mas realmente será isso tão importante? E até que ponto fazemos isso para nós mesmos ou nos agredimos para agradar ao outro?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Museum e + de Sampa


Ontem fui a uma festa badalada no Museum, esse lugar diferente aí de cima, que é uma mistura de bar e restaurante bem atrás do shopping D&D. O lugar é super bonito, com vários lounges e um painel descolado de leds no fundo, bem moderno. Descobri que foi decorado pelo João Armentano, logo vi.
Ficamos conversando sobre a minha vida de Rio x SP e constatei como sempre: I love it! Adoro estar em São Paulo e ver meus amigos maravilhosos, jantar no Sweet Pimenta com o Magno, bater perna no shopping Iguatemi, ir na Corello e ser tratada pelo nome logo que chego, tomar café na Payard e namorar os mini doces tão lindos... Enfim, adoro a cidade. É óbvio que a minha rotina maluca de fazer e desfazer malas e de ficar horas no aeroporto não é nada bacana, but who cares anymore?

Depois de muito champagne e boas risadas com a Rê e a Fabi, fui dormir leve, leve.

Ah, mas antes rolou um quiche na Ofner.

Realmente sou a carioca mais paulista que existe...

sábado, 24 de janeiro de 2009

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Confidence - Pass it on

“Life is not easy for any of us. But what of that? We must have perseverance and above all confidence in ourselves. We must believe that we are gifted for something and that this thing must be attained.”

—Marie Curie (1867-1934), chemist, physicist, Nobel Prize winner

Just perfect for the moment of my life. And perfect for Obama!

And I lived to see this..


domingo, 18 de janeiro de 2009

Eu nasci para a beleza, para a amizade, para a alegria, para a poesia...

No final do ano passado, conversando no msn com a minha irmã e falando sobre o que eu pretendia da vida, afinal de contas, soltei a seguinte frase:

"Eu nasci para a beleza, para a amizade, para a alegria, para a poesia."

Sim, essa sou eu com todas as letras. Amo o belo, a arte, a música, as flores. Preservo meus amigos como plantas do meu jardim e os amo incondicionalmente. Sou alegre, animada, positiva. E semprei amei a poesia, seja ela escrita ou subliminar nos detalhes do dia a dia.

Pois bem, como falei antes, estive lendo Comer, Rezar, Amar. E dá só uma olhada nesse trecho.

“Ketut prosseguiu explicando que os balineses acreditam que cada um de nós, quando nasce, vem acompanhado de 4 irmãos invisíveis, que vêm ao mundo conosco e que nos protegem durante a vida.
Quando a criança está no útero, seus 4 irmãos estão lá com ela também- representados pela placenta, líquido amniótico, cordão umbilical e pela substância amarela e sebenta que protege o bebê. Quando o bebê nasce, os pais recolhem o máximo possível dessas substâncias externas relacionadas ao nascimento, depositam-nas dentro de um coco vazio e enterram-nas junto à porta da frente da casa da família. Esse coco é o local sagrado de descanso dos 4 irmãos que não nasceram, e esse lugar é um santuário.
Os irmãos encarnam as 4 virtudes que uma pessoa necessita para ter segurança e felicidade na vida: inteligência, amizade, força e poesia. Os irmãos podem ser chamados em qualquer situação crítica para resgatar e ajudar.
Quando vc morre, seus 4 irmãos espirituais recolhem sua alma e levam vc para o céu”.


Ketut era um xamã que a Elisabeth visitava em Bali. Além disso, os balineses são apaixonados pela beleza. Não é o máximo? Bali se tornou um dos meus lugares-de-desejo.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Comer, Rezar, Amar

No Natal ganhei do meu irmão e da minha cunhada Comer, Rezar, Amar.

Confesso que já havia visto o livro com uma moça no meu trabalho e também nas livrarias, mas julgava que era algum tipo de auto-ajuda. Eu, como boa Maricota preconceituosa, torci o nariz.

Pois ledo engano. A história da saga de Elizabeth Gilbert (a própria autora) pela Itália, India e Indonésia é divertida, leve, mas tem conteúdo de pesquisa histórica em diversos trechos.


Segue a resenha, e eu realmente recomendo, se você tem mais de trinta anos, é bem sucedida, blábláblá e sim, está solteira depois de algumas confusões...

"Em torno dos 30 anos, Elizabeth Gilbert enfrentou uma crise da meia-idade precoce. Tinha tudo que uma americana instruída e ambiciosa teoricamente poderia querer: um marido, uma casa, um projeto a dois de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, foi tomada pelo pânico, pela tristeza e pela confusão. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado, até que se viu tomada por um sentimento de liberdade que ainda não conhecia.

Foi quando tomou decidiu tomar uma decisão radical. Livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo - sozinha. Comer, Rezar, Amar é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles.

Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano, e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. À Índia foi dedicada à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, embarcou em quatro meses de viagem. Em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível - inesperadamente.

Escrito com ironia, humor e inteligência, Comer, Rezar, Amar é um relato de auto-descoberta que fala sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

Lançado originalmente nos Estados Unidos, Comer, Rezar, Amar vendeu 110 mil cópias, figura até hoje na lista de não-ficção do New York Times e teve os direitos de publicação vendidos para os seguintes países: Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, República Tcheca, Suécia, Finlândia, Turquia, Hungria, Taiwan, Coréia do Sul, Tailândia, Indonésia, Espanha, Israel, Macedônia, França, Croácia, Grécia e Dinamarca. Em 2008, a história de Gilbert vai virar um filme, estrelado por Julia Roberts."

Agora peraí!

Julia Roberts não é a Elizabeth Gilbert!

Vou elaborar um manifesto pela Cate Blanchett!

E Feliz Ano Novo!

Essa semana estive em reuniões e o povo ainda desejava: "Feliz Ano Novo"!

Gente, estamos na segunda quinzena do mês!

Nunca vi uma atitude dessas antes. Nada contra, muito pelo contrário.

Acho que essa angústia coletiva de crise está fazendo com que as pessoas torçam mais, desejem mais coisas boas por mais tempo este ano. Será mesmo uma intenção global de positividade?

Começando pelo Reveillon


Este ano começou já com uma novidade.

Embora eu more no Rio há anos, nunca havia passado o Reveillon em Copa.

E como tinha a companhia do meu glorioso amigo londrino, resolvemos arriscar e ir para a casa de um casal de amigos, depois de jiboiar toda a tarde do dia 31 na praia do Recreio, à custa de queijo coalho, biscoito Globo e picolé. Uma farra.

Pois a aposta foi certíssima. Meus amigos fizeram uma ceia linda, regada a muito champagne e prosecco e, quando era quase meia noite, fomos até a praia para ver os fogos. Quando lá chegamos, parecia que tínhamos reservado um local, pois tinha um clarão na multidão, onde ficamos com o grande grupo que estava conosco.

A energia que existe nesse momento só estando lá para entender. Milhões de pessoas, quase todas de branco, pulando de alegria para um 2009 feliz.

Eu comecei abraçando amigos queridos, tomando Chandon Rosé e pulando sete ondas.

Pode ser mais incrível? Não agora...

De volta à ativa

Bem, abandonei os trabalhos aqui por duas semanas, mas volto com força total.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Para começar bem o ano

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem; Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis
e pessoas incomparáveis."

Veio do perfil do meu amigo Jimmy.